Com base na crônica abaixo, responda as questões:
Criança diz cada uma... ( Mário Prata)
Outro dia, escrevi uma crônica com o título acima e choveram cartas contando perpécias de crianças por este Brasil todo. Quais são os pais que não guardam as “besteiras” que os filhos dizem quando pequenos? Vamos a algumas delas.
Aninha já estava com dois anos, linda.Nunca tinha cortado o cabelo.Eram amarelo-ouro e cacheados. “Parecia um anjinho barroco”, diz a mãe-coruja.
Lá um dia, a mãe pega uma enorme tesoura e solve dar um trato na cabeça da criança, pois as medeixas já estavam nos ombros. Chama a menina, que chega ressabiada, olhando a tesoura:
-Mamãe vai cortar o cabelinho da Aninha.
Aninha olha a tesoura, se apavora.
-Não quero, não quero!!!!
-Não dói nada...
-Não quero já disse!!!
E sai correndo. A mãe sai correndo atrás.Com a tesoura na mão. Há muito custo, consegue tirar a filha debaixo da cama, chorando,tremendo, temendo o pior.Consola a filha.Sentam-se na cama. Dá um tempo. A menina pára de chorar. Mas não tira o olho da tesoura.
-Olha meu amor, a mamãe promete cortar só sois dedinhos.
Aninha abre as duas mãos, já submissa, desata o choro, perguntando, olhando para a enorme tesoura e para a própria mãozinha:
-Quais deles, mamãe?
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ANチLISE DO TEXTO
1)1)A mãe de Aninha resolveu cortar o cabelo da menina porque:
( ) a menina detestava pentear o cabelo.
( ) a filha parecia um lindo anjo barroco
( ) os cachos já estavam nos ombros
2)A frase “anjo barraco” descreve que os cachos de Ana:
3)( ) eram facéis de pentear
4)( ) precisavam ser mudados
( ) eram lamentáveis serem cortado
5)
6)3)Quando Aninha diz “Quais deles, mamãe?, ela:
( ) imaginou que cortar os cachos doía
( )entendeu que ficaria sem os cachos
( ) pensou que perderia os dedos da mão.
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domingo, 14 de junho de 2009
Menininho doente
Nome____________________________________________série_______
Menininho Doente (Mário Quintana)
Na minha rua há um menininho doente.
Enquanto os outros partem para a escola,
Junto à janela, sonhadoramente,
Ele ouve o sapateiro bater sola.
Ouve também o carpinteiro, em frente,
Que uma canção napolitana engrola.
E pouco a pouco, gradativamente,
O sofrimento que ele tem se evola...
Mas nesta rua há um operário triste:
Não canta nada na manhã sonora
E o menino nem sonha que ele existe.
Ele trabalha silenciosamente...
E está compondo este soneto agora,
Pra alminha boa do menino doente...
ANチLISE DO TEXTO
1)Quais são sopersonagens que aparecem no poema?
2)Quais as pessoas que distraem o menino doente?
3) Quem é operário triste?
4)Por que o poeta chama a manhã de sonora?
5)Qual frase resume o texto?
( ) Um menino distrai-se com os sons da rua.
( ) Um poeta compõe um poema para alegrar o menino.
( ) Um menino doente distrai-se comos sons da rua e esquece o sofrimento.
( ) Um poeta compõe um soneto para alegrar o menino
Menininho Doente (Mário Quintana)
Na minha rua há um menininho doente.
Enquanto os outros partem para a escola,
Junto à janela, sonhadoramente,
Ele ouve o sapateiro bater sola.
Ouve também o carpinteiro, em frente,
Que uma canção napolitana engrola.
E pouco a pouco, gradativamente,
O sofrimento que ele tem se evola...
Mas nesta rua há um operário triste:
Não canta nada na manhã sonora
E o menino nem sonha que ele existe.
Ele trabalha silenciosamente...
E está compondo este soneto agora,
Pra alminha boa do menino doente...
ANチLISE DO TEXTO
1)Quais são sopersonagens que aparecem no poema?
2)Quais as pessoas que distraem o menino doente?
3) Quem é operário triste?
4)Por que o poeta chama a manhã de sonora?
5)Qual frase resume o texto?
( ) Um menino distrai-se com os sons da rua.
( ) Um poeta compõe um poema para alegrar o menino.
( ) Um menino doente distrai-se comos sons da rua e esquece o sofrimento.
( ) Um poeta compõe um soneto para alegrar o menino
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